- Os Cruzeiros Marítimos trazem benefícios econômicos para as regiões. Além dos gastos de turistas e tripulantes, muitos dos insumos adquiridos para a operação do navio são nacionais, como bebidas, frutas, alimentos básicos, entre outros.
- As companhias marítimas, por sua vez, pagam altas taxas para utilização da infra-estrutura portuária e local. E, ao longo da cadeia de funcionamento da atividade, paga todos os impostos a que a atividade está sujeita.
- Os benefícios e impactos dos Cruzeiros se fazem sentir também de forma indireta. Ao construir uma imagem positiva dos destinos, os Cruzeiros despertam o interesse e a atenção de investidores que passam a enxergar, nas regiões, ótimas oportunidades de investimento.
- A própria rede hoteleira é beneficiária, pois os rápidos roteiros oferecidos pelos Cruzeiros funcionam como “amostra” das regiões, motivando os turistas a um eventual retorno mais planejado e demorado.
Vejamos, agora, alguns dados que demonstram os resultados econômicos.Quadro de dados - Na última temporada (2006/2007), mais de 300 mil pessoas embarcaram em 11 navios para viagens pela costa brasileira e costas internacionais, com 415 escalas e visitas a 25 portos.
- Destes, mais de 268 mil foram brasileiros.
- 31.846 foram estrangeiros.
- A receita bruta atingiu cerca de US$ 202 milhões.
- As comissões para os agentes de viagem somaram a importância de US$ 21.495.658,00 (vinte e um milhões, quatrocentos e noventa e cinco mil, seiscentos e cinqüenta e oito dólares), soma que, por si, gera aproximadamente 1.800 empregos por ano nas agências. Sobre esse contingente, há, ainda, os empregos indiretos gerados nas localidades visitadas pelos navios.
- Impostos pagos: US$ 8.706.100,00 (oito milhões, setecentos e seis mil e cem dólares) sobre a venda de cruzeiros;
- Além dos impostos diretos pagos sobre o movimento econômico, os navios pagam, ainda, 32,5% sobre o combustível utilizado - perfazendo a quantia de US$ 8.322.971,97 - e sobre o consumo a bordo, mais US$ 5.064.377,40, o que demonstra que não existem Free-Shop ou Duty-Free em seu interior. Trata-se de lojas normais sobre as quais recaem impostos.
- A Receita Federal de Santos destaca, em 13 de fevereiro de 2007, que “as ações e operações da Equipe de Vigilância e Busca/EQVIB da Divisão de Operações Especiais da Alfândega da Receita Federal em Santos/SP redundaram num incremento de quase 150% na arrecadação referente à temporada de navios no mês de janeiro, totalizando R$ 2,3 milhões em tributos pagos. No mesmo período de 2006 a arrecadação somou R$ 993 mil. A EQVIB vem se empenhando nas atividades de vigilância e busca e seus integrantes estão bem treinados e motivados”. E o jornal A Tribuna, de Santos, na edição de 07/06/2007, também destaca: “Cruzeiros geram arrecadação 66% maior ao Porto de Santos”.
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