a. Fomento às economias regionais – O movimento de pessoas nos destinos alavanca as economias locais, influindo diretamente na expansão dos negócios ligados ao turismo, abrindo oportunidades de emprego e fontes de renda e propiciando a melhoria da infra-estrutura de serviços. Na última temporada, os navios visitaram 25 localidades com 415 escalas, ou seja, levaram turistas para diferentes pontos do Brasil, com a média de 27 visitas por destino, o que gerou um incremento nos comércios locais de até 40%. Entre os setores mais beneficiados estão restaurantes , bares, lojas e taxistas.
Os Cruzeiros geram benefícios econômicos para as regiões. Além dos gastos de turistas e tripulantes, muitos dos insumos adquiridos para a operação dos navios são nacionais, como bebidas, frutas, alimentos básicos, entre outros.
b. Excelente forma de promoção dos lugares – Os Cruzeiros funcionam como suporte promocional dos destinos, tendo em vista a massificação nacional e internacional das opções à disposição do turista. E, para garantirem imagem de qualidade, os pontos de destino se esforçam para reforçar seus diferenciais competitivos. As regiões são “vendidas” tanto pelos navios de longo curso (internacionais) quanto pelos Cruzeiros de cabotagem, por conta do interesse e da atenção despertadas por cidades e Estados, como é o caso de Recife, Vitória, Cabo Frio, Angra dos Reis, Florianópolis e Paraná, onde projetos de melhoria da infra-estrutura portuária começam a ser desenvolvidos.
- Equilíbrio do fluxo turístico na alta temporada e suporte adicional na baixa – Os Cruzeiros contribuem para absorver o excesso de demanda por ocasião da alta temporada, quando os meios de hospedagem estão com suas capacidades esgotadas. E na baixa temporada, ajudam a potencializar o fluxo turístico, exercendo, dessa forma, papel importante na redução da sazonalidade dos destinos turísticos. O resultado se apresenta, ainda, na expansão de postos de trabalho.
- Visitas sem necessidade de grandes melhorias do acesso por terra – Além disso, os Cruzeiros permitem visitas a lugares ecologicamente preservados, portanto, sem necessidade de aparatos e intervenções que venham a prejudicar paraísos e santuários naturais, colaborando para a conservação das regiões de acesso restrito. Os navios, por seu lado, são certificados com os ISO’s, participando ativamente de programas globais de preservação ambiental e trabalhando em parceria com ONG’s e entidades ecológicas internacionais. Possuem, ainda, seus próprios programas de proteção ambiental, desenvolvendo programas de alta tecnologia para processamento de lixo e resíduos de bordo, obedecendo às normas internacionais e, assim, garantindo a proteção do meio em que trabalham.
- Expansão do consumo – Turistas e tripulantes são grandes consumidores de produtos e serviços regionais, já que o curto período de permanência nos destinos obriga o turista a realizar neles os seus gastos.
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