Diretoria da ABAV Nacional visita o Projeto Jibóia em Bonito (MS)
Na noite do dia 12, a diretoria da ABAV Nacional, assim como o presidente da ABAV/MS Ney Gonçalves e os conselheiros da entidade Juliano Berton e Sebastião Rosa, foram convidados para conhecer o Projeto Jibóia, que está em Bonito desde 2005 e tem como principal objetivo a desmistificação das serpentes não peçonhentas, assim como um trabalho de educação ambiental.
Estiveram presentes no encontro o presidente da ABAV Nacional Carlos Alberto Amorim Ferreira, Kaká; o vice-presidente, Pedro Costa; o diretor secretário Paulo Tadros, o diretor de Projetos Especiais, José Carlos Vieira, a diretora de Relações com o Mercado Carmem Marum, o diretor adjunto de Relações Parlamentares João Quirino, o ex-presidente Tasso Gadzanis, os conselheiros fiscais Walmir Torres, Nilo Pereira e Helvécio Garófalo e o assessor Jurídico Paulo Wiedmann.
Henrique B. Naufal, criador de serpentes desde 1984, idealizador e fundador do Projeto, deu uma aula inicial onde explicou as características e o comportamento das principais espécies, como surgiu a paixão pelas serpentes e tirou dúvidas dos participantes.
“Queremos esclarecer às pessoas que visitam Bonito (MS) o que é verdade e o que é mito em relação às serpentes. Nosso objetivo maior é a diminuição da matança indiscriminada das serpentes na natureza e a criação de exemplares em cativeiro para suprir o mercado de animais de estimação evitando a coleta no meio ambiente”, explica Henrique.
Depois da aula, que conta inclusive com a exibição de um vídeo explicativo, os participantes foram convidados a tirar uma foto com a Jibóia, para perder de vez o medo do animal.
Além de receber grupos de turistas previamente agendados e, com isso arrecadar verba para a manutenção do projeto, Henrique desenvolve junto á comunidade local todo um trabalho de conscientização ecológica.
“Trabalhamos gratuitamente com a população local, através de visitação de escolas, para mostrar a importância das serpentes no meio ambiente como fonte de proteína para aves e mamíferos carnívoros, e também sua importância como predadora, para controlar a população de roedores que podem ser muito mais nocivos ao homem que a própria serpente. Com esse trabalho pretendemos mudar a cultura local em relação às serpentes, evitando assim sua matança indiscriminada”, finaliza.