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Arquivo | Música

“Febril”, a canção em carne viva

Com show no Memorial da América Latina, a cantora carioca Lucia Helena Corrêa – tetraneta de Joaquim Antônio da Silva Callado, o “pai” do chorinho – lança, em São Paulo, “onde tudo começou”, o primeiro CD -- um mergulho na emoção sem reservas Se você não gosta, evite! Se gosta, vá ao show de lançamento,dia 10 de outubro, quinta-feira, às 20 horas, no Memorial da América Latina, e embarque na viagem de emoções para a qual nos convida Lucia Helena Corrêa, “a jornalista-poeta que canta e faz canções”, segundo ela mesma se define. “Febril" é o estado de ser do exaltado, cheio de paixão, entusiasmo. Lucia Helena Corrêa, que não brinca com as palavras, escolheu essa, especialmente – febril – para dar nome ao disco em que canta os amigos compositores da cena independente da cidade de São Paulo, cena febril de ânsia criativa, que ela aborda febricitante de eterna inquietude - e cada um que monte o seu tabuleiro de ilações, que isso é pano para muita manga”, escreve o jornalista e crítico musical, Mauro Dias, na apresentação do trabalho. “Eu sou descaradamente romântica e 100% viciada e movida à emoção”, confessa a própria Lucia Helena. Mais do que isso,na opinião do crítico, o que impressiona é a convicção da escolha que ela faz e a capacidade de contaminar quem a ouve. “Importa que quando Lucia Helena abraça a canção dá-se transmutação, e quem ouve não sabe mais o que nasceu primeiro, se o canto ou o cantado. A voz dessa mulher se apossa do verbo e dos acordes e os escraviza com doçura do ser apaixonado e firmeza de quem sabe que a vida se constrói no equilíbrio entre os gestos que acalmam e os que provocam”, diz Mauro Dias, que atribui esse “poder” ao fato de a voz LHC vir não apenas do fundo do peito ou da alma, mas da barriga da história. Há nobreza ancestral no canto de Lucia Helena, nobreza como a que orientou Clementina para nos dizer como soa a voz brasileira, nobreza que brinca nas flautas do Xingu e na bandeja de prata em que Elizeth Cardoso nos servia manjares, a mesma das cumbucas e arames de Naná Vasconcelos e dos abracadabras machadianos, que tudo ainda somos nós. Não fosse Lucia Helena,tetraneta de Joaquim Callado, flautista e pianista, pai bem sabido do choro”, compara Mauro Dias. Emoção – eis a marca do canto de Lucia Helena, que todos os depoimentos acentuam. “O que é marcante no canto de Lucia Helena, dona de uma voz contralto rara em mulheres, possante, doce e de afinação absurda, é a emoção transbordante, em carne viva”, resume o jornalista Luiz Henrique Miranda, dono da agência AMIgo!, responsável pela divulgação da intérprete. “Quando conheci Lucia, cantamos MyFunnyValentine. Penumbra. Garçons atentos. Até o vento se arrepiou. Lucia é assim: arrepio, surpresa na voz crioula, doce e grave. Brinca com os tons e os versos de maneira surpreendente. Traz para o coração do ouvinte a África e a malandragem carioca. Seu CD apresenta um pouco de tudo o que é negro e bom: blues, samba, canções de amor e dor. Indispensável”, testemunha o violonista Marcos Mamuth. No primeiro CD da carreira, com pele, vontade e coragem próprias dos jovens apaixonados, Lucia Helena, que só começou a cantar em 2004, grava em “Febril”, de selo independente, canções próprias e de outros compositores. O primeiro a carregar, exclusivamente, canções de compositores do Clube Caiubi de Compositores, um dos movimentos mais ruidosos e sérios da música brasileira independente (http://clubecaiubi.ning.com.br), e do qual ela faz parte há quase dez anos. Gravado e mixado no Estúdio Soulshine, com engenharia de som de Othon Ribeiro, “Febril” reúne 19 composições, de diferentes gêneros, o que revela, a cantora eclética, capaz de ir do samba de raiz ao bolero, com escala no blues, chorinho e pop romântico (http://clubecaiubi.nin.com/profileLuciaHelenaCorrea). Quem assina a produção de “Febril” é Tato Fischer, primeiro pianista da extinta banda Secos & Molhados. A direção e os arranjos, primorosos, trazem a marca de qualidade do maestro Bráu Mendonça, que esbanja talento ao violão e nas guitarras, acústica e elétrica.O patrocínio é daarteVAGAS, iniciativada empresa VAGAS Tecnologia, que apoia as diversas manifestações da arte popular brasileira. Em novembro, LHC lança o CD em novo show, desta vez, no Rio de Janeiro, com renda 100% destinada à Associação Reagir, de amparo a crianças carentes.

SERVIÇO SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “FEBRIL”

Quando?
Dia 10 de outubro de 2013, quinta-feira, às 20 horas, Onde? Memorial da América Latina – Sala dos Espelhos Endereço? Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda São Paulo-- (11) 3823-4600

Quanto?
Entrada gratuita, para quem comprar o CD (R$ 25,00)

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA EUSTÁQUIO MOREIRA emoreira@pressconsult.com.br pressconsult@pressconsult.com.br PRESS CONSULT www.pressconsult.com.br +55 11 3865-8555 +55 11 99530-4505 LUIZ HENRIQUE MIRANDA lhm@agenciaamigo.com.br AMIgo! Comunicação Integrada +55 (11) 3873-5488 – ramal 26 ou 27 +55 (11) 9658-8766 Consulte, ainda: www.pressclub.com.br Páginas de Lucia Helena Corrêa http://www.pressclub.com.br/pk/noticia.asp?id=1484&idn=11827&fonte http://clubecaiubi.ning.com/profile/LuciaHelenaCorrea https://www.facebook.com/groups/luciahelenacorrea.febril/ https://www.facebook.com/luciahelenacorrea49




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