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Arquivo | Música

"Febril", a canção em carne viva

No primeiro CD da carreira de cantora, a jornalista e poeta carioca Lucia Helena Corrêa, tetraneta de Joaquim Antônio Callado, o “pai” do chorinho, mergulha e faz mergulhar na emoção sem reservas.

Se você não gosta, evite! Se gosta, embarque na viagem de emoção para a qual nos convida Lucia Helena Corrêa, “a jornalista-poeta que canta e faz canções”, segundo ela mesma se define. “Febril é o estado de ser do exaltado, cheio de paixão, entusiasmo. Lucia Helena Corrêa, que não brinca com as palavras, escolheu essa, especialmente – febril – para dar nome ao disco em que canta os amigos compositores da cena independente da cidade de São Paulo, cena febril de ânsia criativa, que ela aborda febricitante de eterna inquietude - e cada um que monte o seu tabuleiro de ilações, que isso é pano para muita manga”, escreve o jornalista e crítico musical, Mauro Dias, na apresentação do trabalho.

“O que é marcante no canto de Lucia Helena, dona de uma voz contralto rara em mulheres, possante, doce e de afinação absurda, é a emoção transbordante, em carne viva”, aprova o empresário Mário Kaphan, dono da Vagas.com.br, apoiador apaixonado das artes em geral, patrocinador de Lucia Helena. “Eu sou descaradamente romântica, 100% viciada e movida a emoção”, ela confessa. Mais do que isso, o que impressiona é a convicção da escolha que ela faz e a capacidade de contaminar quem a ouve. “Importa que quando Lucia Helena abraça a canção dá-se transmutação, e quem ouve não sabe mais o que nasceu primeiro, se o canto ou o cantado. A voz dessa mulher se apossa do verbo e dos acordes e os escraviza com doçura do ser apaixonado e firmeza de quem sabe que a vida se constrói no equilíbrio entre os gestos que acalmam e os que provocam”, diz Mauro Dias, que atribui esse “poder” ao fato de a voz LHC vir não apenas do fundo do peito ou da alma, mas “da barriga da história”.

“Há nobreza ancestral no canto de Lucia Helena, nobreza como a que orientou Clementina para nos dizer como soa a voz brasileira, nobreza que brinca nas flautas do Xingu e na bandeja de prata em que Elizeth Cardoso nos servia manjares, a mesma das cumbucas e arames de Naná Vasconcelos e dos abracadabras machadianos, que tudo ainda somos nós. Não fosse Lucia Helena tetraneta de Joaquim Callado, flautista e pianista, pai bem sabido do choro”, reconhece o crítico.

No primeiro CD da carreira, aos 62 anos, com pele, vontade e coragem próprias dos jovens apaixonados, Lucia Helena, que só começou a cantar em 2004, grava em “Febril”, de selo independente, canções próprias e de outros compositores, todos eles do Clube Caiubi de Compositores, um dos movimentos mais ruidosos e sérios da música brasileira independente (http://clubecaiubi.ning.com.br), do qual ela faz parte há quase oito anos.

Gravado e mixado no Estúdio Soulshine, com engenharia de som de Othon Ribeiro, “Febril” carrega 19 canções, de diferentes gêneros, o que revela, a cantora eclética, capaz de ir do samba de raiz ao bolero, com escala no blues, chorinho e pop romântico (http://clubecaiubi.nin.com/profileLuciaHelenaCorrea. Quem assina a produção de “Febril” é Tato Fischer, primeiro pianista da extinta banda Secos & Molhados. A direção e os arranjos, primorosos, trazem a marca de qualidade do maestro Bráu Mendonça, que esbanja talento ao violão e nas guitarras, acústica e elétrica.

O show de lançamento já está marcado: dia 9 de dezembro, às 21 horas, no Teatro da Vila. Mas, de novo, é melhor avisar. Vá até lá somente se você não tiver nada contra a emoção à flor da pele.


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