Turismo como vetor do desenvolvimento e da cidadania no Brasil
Você imagina quais são os impactos econômicos, sociais e culturais que a implementação de um plano estratégico de desenvolvimento do turismo pode provocar em um município?
Na prática, qual é o grau de importância deste plano estratégico contar com o apoio técnico de equipes qualificadas, dirigidas por profissionais experientes e de sucesso comprovado no setor?
O que as cidades, que possuem perfis distintos, tais como: São Roque (SP), Peruíbe (SP), Iguape (SP) e Boa Vista (RR), têm hoje em comum e ajudam na compreensão do assunto em pauta?
Para responder a essas e outras questões relacionadas com temas de seu interesse editorial específico – que podem motivar a produção de matérias especiais ou a demanda por artigos e testemunhais inéditos, escritos sob medida para o perfil da audiência do seu veículo – desde já, colocamo-nos à sua inteira disposição.
São Roque
Pensar o desenvolvimento econômico integrado da cidade, onde o turismo deve ser um elo capaz de contribuir com o sucesso de outros segmentos estratégicos (no âmbito industrial e comercial) compreende um desafio e uma prioridade para o executivo municipal.
Peruíbe
A explosão do ecoturismo como forte demanda editorial para a mídia impressa e eletrônica, em grande parte, ajudou a um já consagrado destino de Sol & Praia a perceber também condições de ampliar o seu potencial turístico – vale dizer, ampliar a geração de renda e de empregos – a partir de uma vantagem competitiva exclusiva: a de ser a porta de entrada para a Juréia.
Iguape
Resgate histórico e construção de identidade turística compõem ações indispensáveis para a auto-estima dos munícipes, apoiada na identificação e valorização de seus recursos naturais e culturais (matéria-prima turística básica). As bacias hidrográficas, adequadas para praticar a pesca esportiva; o patrimônio arquitetônico apto para ter a sua importância, devidamente, reconhecida no inventário turístico local (universal); o dimensionamento da oferta de meios de hospedagem; a capacitação e a qualificação de equipamentos e de serviços de receptivo, sempre tudo estruturado e com foco direcionado a mercados potenciais compatíveis, são os primeiros passos para a confecção de produtos turísticos – em condições para conquistar os consumidores mais desejados (fiéis), num cenário, cada vez mais, competitivo e exigente.