O Caso da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Em anos de atividades como gestor de viagens da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Calvin E. Smoot apresentou em sua palestra, realizada no 3º Fórum Brasileiro de Viagens de Negócios, organizado pela ABGEV, sua experiência no setor de viagens corporativas. De acordo com o executivo, a reserva online parece ser uma alternativa muito boa para o mercado, mas, a experiência com a Igreja não foi bem-sucedida, devido à grande vulnerabilidade dos sistemas automatizados de reservas.
Segundo Smoot, as cias aéreas norte-americanas ainda trabalham com privacidade de dados, mas nada garante a total segurança do tráfego desses dados na Web. Por este motivo, a instituição chegou a implantar sistemas de rastreamento, para localização de pessoas em qualquer parte do mundo, com o objetivo de garantir a segurança de seus jovens missionários. Para evitar dissabores ocasionados por falhas em sistemas de reserva, Smoot afirma que a solução é disponibilizar dados cadastrais para um profissional de confiança.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias dá preferência aos fornecedores que ainda operam dentro da estrutura convencional. Nesse contexto, Smoot defende que políticas de viagens centralizadas devem ser integradas aos departamentos de compras da empresas. No caso da instituição, adotar uma política global de viagens gerou uma economia de US$ 320 milhões, desde 1983.
Guta Campos, da sala de imprensa do 3º Fórum Brasleiro de Viagens de Negócios